Os Mundos Dentro do Gelo
Subnets: mundos próprios com liberdade e finalidade
Subnets surgem. E mudam tudo. Não são sidechains. Não são L2. São mundos próprios, cada um com seus validadores, suas regras, sua economia, sua lógica de compliance.
Uma subnet pode exigir que todos os seus validadores passem por KYC. Pode operar com moeda nativa diferente de AVAX. Pode ter regras de privacidade que Midgard nunca poderia implementar sem sacrificar sua arquitetura. Pode ser completamente privada, operada por um consórcio de bancos, sem que nenhuma transação seja visível para o mundo externo, mas com a finalidade do mesmo consenso Avalanche que protege a rede principal.
Beam, dedicada a jogos. DeFi Kingdoms Chain, para o universo RPG de DeFi. Shrapnel, para o shooter que trata items como ativos reais. Evergreen Subnets, projetadas especificamente para uso institucional, onde compliance e privacidade são requisitos não-negociáveis. A AvaCloud emergiu para que qualquer empresa pudesse criar e operar sua própria subnet sem precisar construir infraestrutura do zero.
Cada subnet organiza seu próprio conjunto de validadores e suas regras. Não recebe automaticamente toda a segurança econômica da rede principal, nem precisa executar exatamente a mesma máquina virtual ou o mesmo consenso. Os rios pertencem à mesma paisagem, mas cada leito tem suas próprias condições de sustentação.
Hvergelmir, a fonte primordial de Niflheim, era de onde todos os rios dos nove mundos nasciam. As subnets são os rios de Niflheim: cada um com seu curso, sua temperatura, sua velocidade. Mas todos fluindo da mesma origem imóvel.