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ΖTRON· Olympus
ΖἭΔΕВΩ
Capítulos
  1. 1Prólogo: O Trovão que Observava o NorteOrigens · 2015–2017
  2. 2Canto I: O Orgulho Olímpico2015–2017
  3. 3Canto II: O Encontro Entre Odin e Zeus2017
  4. 4Canto III: O Chamado a Hefesto2017–2018
  5. 5Canto IV: O Escolhido Entre os MortaisRetrospectiva · 2013–2017
  6. 6Canto V: 2017: O Trovão Cai2017–2018
  7. 7Canto VI: A Conquista do Torrent2018–2019
  8. 8Canto VII: O Império da Presença2019-2020
  9. 9Canto VIII: O Banquete com o Oráculo2019–2020
  10. 10Canto IX: O Desconforto de Midgard2018-2021
  11. 11Canto X: O Império Digital do Olimpo2021–2023
  12. 12Canto XI: A Diferença Entre Thor e Zeus2021-2024
  13. 13Canto XII: O Equilíbrio Entre Céus2022-2024
  14. 14Canto XIII: O Trovão Não Pede Permissão2023-2024
  15. 15Epílogo: O Mundo dos Múltiplos DeusesReflexão · 2024
Ζ
Olympus
O Trono do Olimpo
15 capítulos
Capítulo 8 de 15≈ 2 min de leitura
Ζ
2019-2020

Canto VII: O Império da Presença

USDT chega a TRON em 2019 e amplia os caminhos das stablecoins

Se em 2017 TRON havia sido o relâmpago e em 2018 havia sido a aquisição, em 2019 e 2020 tornou-se algo ainda mais devastador: onipresença silenciosa. Não o tipo de presença que faz manchetes, mas o tipo que aparece em cada transação de stablecoin no sudeste asiático, em cada transferência informal de trabalhadores enviando remessas para casa, em cada exchange que precisava de uma rede barata e rápida para processar saques de USDT sem tornar as taxas proibitivas para valores pequenos.

Tether lançou USDT em TRON em 2019, mantendo também emissões em outras redes. Os custos e os recursos disponíveis influenciavam a escolha dos usuários. Em períodos de congestionamento de Ethereum, TRON oferecia uma alternativa de transferência. Zeus encontrava espaço no comércio cotidiano, embora as taxas variassem com o uso e com as regras da rede.

Em 2020, o uso de USDT em TRON crescia. Contar transferências, somar seu valor e medir tokens emitidos eram trabalhos distintos; cada um revelava uma face da circulação. Zeus observava esses sinais sem confundir uma liderança em determinada medida com o domínio de todas as outras.

E aqui estava o segredo que ninguém havia realmente compreendido: TRON não era descentralizado como Bitcoin. TRON não era inovador como Ethereum. Mas TRON era útil como nenhuma outra para a principal atividade que os usuários comuns executavam em blockchain, mover stablecoins entre endereços, exchanges e wallets sem pagar taxas que devorassem o valor transferido. Zeus não havia conquistado o Olimpo. Havia conquistado o mercado.

Cada transferência era uma confirmação do poder de Zeus. Cada segundo sem falha era uma vitória silenciosa contra os que previam o colapso. E enquanto Ethereum se preparava para sua longa transição para Proof of Stake e os desenvolvedores debatiam Layer 2s e rollups, TRON processava. Sem parar. Sem alarde. Com a dignidade monótona de uma infraestrutura que se tornou essencial precisamente porque ninguém a vê.

Ζ
Cada transferência era uma confirmação do poder de Zeus. Cada segundo sem falha era uma vitória.
Narrador
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